Racismo, não!

O racismo pode ser caracterizado por qualquer atitude (velada ou não), pensamento, que, segregue as raças humanas considerando-as hierarquicamente como superiores e inferiores.
Segundo, conceituados historiadores, o racismo no Brasil, tem seu infeliz surgimento na era colonial e escravocrata,estabelecida pelos colonizadores portugueses.
Um das características mais marcante do racismo no Brasil é o seu caráter não oficial.
Se por um lado a lei conferiu liberdade aos escravos, por outro, eles foram completamente abandonados pelo Estado, deixando-os viver em grandes dificuldades para sobreviverem.
Nesse contexto, podemos afirmar com segurança, que, os negros foram abandonando a sua cultura africana, substituída por valores brancos, o que faz das vítimas do racismo o seu próprio carrasco.
Esse abandono por parte do Estado era tão marcante na vida cotidiana dos negros coloniais, que na realidade histórica, muitos negros(mulheres e homens) preferiram se casar com companheiros de pele mais clara, visto que seus filhos teriam menos probabilidades de sofrer com o racismo.
Hoje, a despeito de décadas de crescimento econômico, as disparidades sociais no Brasil, permanecem, tendo ainda, como grandes vítimas, os negros e mestiços.
Para isso, basta lembrar aqui, o que já escrevi como título desse post.
70% dos brasileiros que vivem na miséria são negros ou pardos.
Dê um basta nesse preconceito.

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