Roberto Costa e Fundação Ulysses Guimarães promovem curso de dicção e oratória na Assembleia

Em parceria com o deputado Roberto Costa (MDB), a Fundação Ulysses Guimarães iniciou, na tarde desta quinta-feira (25), no Auditório Fernando Falcão, na Assembleia Legislativa, o curso Dicção e Oratória, que se estenderá até esta sexta-feira (26), com inscrição gratuita e voltado para todos os segmentos da sociedade.

“É um curso que oferece capacitação e até melhores condições de trabalho. A comunicação transforma a vida dos jovens e dos trabalhadores. Então, este curso é para desenvolver competências necessárias para que o indivíduo tenha uma boa elaboração de um discurso e fale em público sem problemas. Aproveito para parabenizar a Fundação Ulysses Guimarães, que está preocupada em capacitar pessoas em todos os municípios do Estado, levando conhecimento que vai contribuir para a qualificação no mercado de trabalho de milhares de pessoas”, disse Roberto Costa.

A aula de abertura foi feita pelo presidente da Fundação, professor Wellington Gouveia, que abordou várias temáticas sobre a oratória, destacando que ela é a arte de falar em público de forma estruturada e deliberada, com a intenção de informar, influenciar ou entreter os ouvintes. Destacou ainda que “a oratória refere-se ao conjunto de regras e técnicas adequadas para produzir e apresentar um discurso e apurar as qualidades pessoais do orador”.

De acordo com o palestrante, a oratória teve início na Grécia Antiga e era estudada como componente da retórica, ou seja, a composição e apresentação de discursos, sendo considerada uma importante habilidade na vida pública e privada. Ele lembrou que Aristóteles, Cícero e Quintiliano estão entre os mais conhecidos autores clássicos que estudaram o tema. “A oratória tem sido essencial em todas as áreas do conhecimento humano, já que todas elas necessitam de uma boa transmissão para o seu desenvolvimento” afirmou.

Wellington Gouveia fez destaque ainda para o temor de se falar em público, enfatizando que esse medo não se combate, mas se trabalha, porque ele surge de uma questão fisiológica. No entendimento dele, a oratória deveria constar da grade curricular das escolas, pela sua importância no contexto social.

O agente penitenciário Vilson Bento Sousa Filho, um dos participantes do curso, revelou que havia feito sua inscrição por achar o tema extremamente interessante e considera

que isso é uma forma de ampliar os seus conhecimentos.

Acadêmica de Ciências Sociais da Uema, Marliene Kellen Teixeira Cordeiro disse que o curso lhe chamou a atenção porque ela não consegue vencer a timidez. “Embora tenha as ideias concatenadas, não consigo transmiti-las a uma plateia e essa deficiência me trouxe para participar desse curso”, acrescentou.

Já as assistentes sociais Alessandra Silva Feitosa e Maria das Dores Cunha relataram esperar que o aprendizado com o curso venha a fazer com que estabeleçam uma melhor forma de se comunicar com o público com o qual trabalham.

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